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Não é ofício do poeta apontar caminhos, mas sobretudo despertar ânsias.(Hermann Hesse)
Textos
Olho pela janela.
Olho pela janela a chuva cai torrencialmente.
Relâmpagos iluminam o céu, trovões soam bravamente como se tivessem chorando toda a sua dor.
Olhando pela janela, minha mente viaja. Meu corpo pede você. Choro e minhas lágrimas lavam minha alma alivia a minha amargura.
Ainda chove, agora mansamente e eu estática continuo olhando a chuva, olhando cada gota de água que bate em minha janela como se estivesse tocando uma canção solitária de amor.
12/03/2007
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SBernardelli |
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Publicado em 16/04/2007 às 00h56
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